quarta-feira, 22 de julho de 2009

Procurando o frio..

Tocava uma coisa e eu não dava muita atenção, de repente a alegria entra, me lembra ,me sorri e sai.
Levou consigo o meu ânimo de esperar alguma coisa acontecer ainda hoje.
Tava tudo tão bom,estável.Os meus planos em Berlim,eu havia decidido me centrar e ir com você pra Berlim.
Mas e agora em?Ainda há um muro em mim?
Voltei e prestei atenção à música tão, tão "afeto em frente ao mar".
Voltei pra si e contratei uma dublê para os meus próximos dias, ela irá fingir direitinho o que eu preciso que seja!
Talvez eu continue ainda tentado gostar de alguma coisa, tento me apaixonar mas tudo é tão efêmero.
Que se dane...super-homem é aquele que supera os deus próprios traumas, que vê a sua fraqueza!
Mas sou tão forte, por que eu não choro mais?Não era pra secar, preferia encher os meus baldes de lágrimas do que de vazio.
Será que o tempo vai fazer sol na minha horta?
Minhas mágoas precisam secar e que exista sinceridade nas dores.
Eu queria amar o amor e ter força pra não se dá de graça.
E ser de verdade, de corpo alma e pedaços.
Então meu amor, use o que ainda restou em mim, use o pouco que me resta

O que não é meu mas sou eu.

Eu nunca fui uma moça bem-comportada,
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal-resolvido sem soluços...
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo e não estou aqui pra que vocês gostem de mim, mas pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho e seduzir somente o que me acrescenta ...
Tenho uma relação de amor com a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra. A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. ...
Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar....
Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro de alguma forma, no toque mesmo, na voz ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades...
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos: são eles que me dão a dimensão do que sou..

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Enganos.

O quanto eu queria, só desviava o desejo com um céu noite a fora
Só pensava em esquecer , sem saber que o tempo todo se remetia à lembrar
Nas noites eu bagunçava a minha alma,via todas as caras
De dia você me inebriava com sonhos de sol, de realidade
Me conta dos livros,das massas,das origens e das viagens
Eu não me conformava em não ter e repetia toda baderna
Achava que resolvia, que squecia
Mas você estav o tempo todo alí...
Não sei oq eu pensava disso tudo
Se lamenteva,se me ajudava , se me amava
Eu també estava alí, pobre consequente do que você me dava
Eu me anganava com os sons nas praias, com o uar de lá
Você não me dizia, vocÊ nem mais falava
Mas aquela lua na sacada da tua casa
A tuas mãos nos meus cabelos, o som da morte de original of the spicies
O meu orgulho e a minha indignação
Foram conjuntos, foram os momentos
Se foram, né?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Agora sim.

Daqui há duas horas eu vou poder estar no lugar que a gente vai ver as coisas mais verdes serem mais felizes.Vou ver a água correndo e o sol bater nos seus ombros e refletir vários ângulos.Pode ser que seja hoje que os momentos resolvam se desviar de não acontecerem e com você eu possa pintar a borboleta de azas quadradas na parede em que se apresentar.São nessas horas que o meu espírito se apronta para respirar teus ares tão outros.Hoje é o dia de diluir na paz tudo o que passou na forma de dor, de coisas que ferem o peito.Que seja amanha também o dia pra olhar pro céu e ver que em meio a tantas estrelas a gente escolhe olhar pra uma...nem sempre a maior , ou a mais luminosa, mas a do brilho singular que parece ser configurada as nossas carências mazeladas, pra preencher tudo o que falta.É nesse lugar que as nossas almas se acalmas e até o som dos grãos de areia em movimento me fazem música,o teu peito me faz um carnaval,o teu susurrar, ventos do mês de maio.Depois de tudo isso a gente dorme e é feliz enquanto permanecemos.

domingo, 12 de abril de 2009

Um passo e tudo aquilo.

Se tudo que machuca se transforma em letras pra quê o coração.Tudo isso é muito romântico e é no sentido piegas, mas é mesmo é um drama.Já é tudo tão óbvio que é tolo contar, mas basta que alguém saiba de qual tamanho é a afeição para que uma muralha se erga.Objetivamente, basta que se saiba que gosto de você pra que me pise.Alguém me disse que você vacila ao cubo e a quarta.Será?Estou vivendo com um anjo de piedade que eu desconhecia,ele é lamentável,por que a ira me daria prazer mais significativo que o vazio que você promove quando não me vê.Eu tenho mil maneiras de te dizer todas as coisas, mas ninguém se permite.Se você fica longe, vou lá perto,se não vou, ainda estou perto.E olha aqui,sou susceptível demais às demasias.Pode ser que seja um breve vício,de você

Ciencia x Religião

A divergência de fundamentos das religiões com relação à ciência não está sendo uma inovação. Por mais que a mídia faça com que tal assunto ganhe respaldo no presente momento, é bastante evidente o estigma que esse conflito representa para a sociedade. É uma espécie de briga de doutrinas. As religiões na maioria das vezes com o seu conservadorismo acompanhado de um puritanismo para manutenção de certa “ordem social”, e a tecnologia, ou ciência, com um interesse árduo de conhecimento que subversivamente é apoiado por um fim lucrativo.
A sociedade, de um modo quase que geral, é dependente dos avanços tecnológicos, tanto pra viver, como também pra manter uma relativa qualidade de vida. No entanto, os impasses que as doutrinas religiosas vêm colocando diante dos avanços científicos, além de um dano meramente que cultural, impõem problemas objetivamente reais para o homem tanto como ser social como cultural.
Diante de uma avaliação fundamentada em conceitos jurídicos, torna-se difícil tomar partido e desenvolver uma defesa relativa a uma das partes, religião ou ciência, já que ambas ocupam um patamar equivalente diante de uma hierarquia. Mas se acompanharmos as mazelas que a humanidade vem sendo surdida, uma parcialidade referente à ciência surge em defesa da continuidade da vida humana,de um bem estar e de uma compensação como que pelo descaso que o homem ,em singular,vem enfrentando.

Ciencia x Religião